O primeiro dia do mês de fevereiro: é aniversário da Dona Ester Bezerra, esposa do Bispo Edir Macedo, fundador da IURD! Desde que nasci, eu admiro esta mulher e vou dizer porquê. Não é porque um monte de outras mulheres a admiram muito também, mas é por causa de gestos simples, que e a possue que raramente são encontrados em outros lugares. E assim eu vou lhe contar três de suas dicas de etiqueta mais admiráveis:
1. Coloque-se no lugar de outras pessoas e faça a elas o que você gostaria que elas fizessem a você. Lembro-me de uma vez que um novo pastor e sua esposa chegaram ao país e ficaram connosco. Eles estavam exaustos da viagem e da mudança de fuso horário. Levou a minha mãe (que também estava nos visitando na ocasião) apenas uma hora após a chegada deles, ter a idéia de oferecer ajuda a esposa desse pastor em passar as camisas de seu marido. A jovem estava, obviamente, muito tímida para aceitar a sua oferta, mas a minha mãe insistiu, tomou a tábua, o ferro, e pediu para que ela fosse
buscar algumas camisas do marido que ela ia passar para ele as usar naquela semana. Lembrome de pensar “a minha mãe é o máximo!”
2. Seja um doador, sempre. Um de seus hábitos, o qual é bastante agradável para aqueles que a conhecem pessoalmente,
é lembrar de seus aniversários e mostrar a sua gratidão com um presente. Não estou exagerando quando digo que toda vez que vou
às compras com a minha mãe, ela compra alguma coisa para alguém. Pode ser tanto algo assim: “Eu estou indo visitá-la na próxima semana, eu quero lhe dar um bom par de sapatos” como assim: “Ela é tão boa para nós, eu quero lhe dar algo”, ou ainda:
“É aniversário desse ou daquele na próxima semana”. E ainda por cima, ela não mantém uma agenda com os aniversários de ninguém, está tudo em sua memória … “como você faz isso mãe?”
3. Pense nos outros com mais frequência. A minha mãe não é o
tipo de mulher que você vai encontrar, como as outras em um grupo. Ela quase não sai, algo que é muito apreciado por meu pai. No entanto, ela faz questão de que as pessoas saibam que ela se importa com elas. Um motorista da Igreja passou por uma cirurgia na semana passada e enquanto eu observava a minha mãe lhe perguntar como se sentia, o que ele vinha comendo, e o que ele podia fazer para minimizar os efeitos pós-operatórios durante todo o dia de ontem, me lembrei de como às vezes nós estamos tão focados
em nossas vidas que ficamos cegos para ver o que realmente está acontecer ao nosso redor.
Fonte: Folha Universal
