Conta-se que muitos metros abaixo da terra, pela força da natureza, nasceu um diamante no meio de muitas outras rochas que ficavam ao redor dele.
Muito antigas e astutas, sabendo do valor do recémchegado, as rochas começaram a criticá-lo de todas as formas.
Elas temiam que o diamante viesse a descobrir o quanto valia e viesse a descobrir o quanto valia e que um dia viesse a dominá-las.
A pedra granito dizia: “És tão pequeno, ó diamante, nunca chegarás a ser algo”.
O Basalto emendava: “É, por certo desmancharás em pouco tempo”.
E a pedra calcária dava o golpe final: “ Tornar-te-ás em pó”.
Até que um dia, um explorador de minerais, cavando aquela terra, encontrou o pequeno diamante e, feliz da vida, levou-o para ser lapidado. Quando o diamante se viu brilhando e posto acima dos rubis, esmeralda e demais pedras preciosas, ele disse para si mesmo: “Eu tenho sido uma jóia todo tempo e não sabia”.
Assim são os que vivem escondidos atrás de seus complexos, causados na maioria das vezes por outras pessoas – geralmente as mais próximas através de palavras negativas. Já diz a palavra de Deus: “ A morte e a vida estão no poder da língua; o que bem a utiliza come do seu fruto.”
