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Bebé de dois anos fuma 40 cigarros por dia

Posted on 28 julho 2010 by cedric

Agora com dois anos de idade o garotinho chamado Ardi Riza, da Indonésia, tornou-se viciado quando tinha apenas dezoito me­ses. Devido ao fumo o estado de saúde do menino não é bom, como as outras crian­ças da mesma idade.

A mãe do bebé fumante disse que seu filho está muito viciado e no caso de ele não encontrar nenhum cigarro para fumar, então fica com raiva e começa a gritar e bate com sua cabeça na parede.

Foi o pai, que trabalha como peixeiro, quem ofere­ceu a primeira tragada de cigarro para o filho quando tinha um ano e oito meses, ele disse que não vê problemas no cigarro.

Porém, depois da repercussão internacional sobre o caso, a mãe de Aldi Rizal, de 26 anos, se encon­trou em Jacarta com Seto Mulyadi, presidente da Comissão Nacional da Indonésia para a Proteção da Criança. De acordo com o porta voz da Indonésia, a família procu­rou ajuda para que o filho receba um tratamento adequado.
Entre­tanto, o motivo não é a saúde do garoto, mas o dinheiro gasto com o vício, que chega a 2 maços por dia.

Diana afirmou que o filho chega a bater a cabeça na parede, gritar, ter enjôos e vômitos quan­do é proibido de fumar. Moham­med não vê problemas no vício do filho. “Ele me parece saudável. Já sabe fumar como um adulto, aprendeu a soltar anéis de fumaça e soprar fumaça pelo na­riz”, diz, orgulhoso.

O pneumologista Osvaldo Sabino afirma que a crise de abstinên­cia é mais incontrolável em crianças do que em adultos. É provável que ele fique internado e que seu tratamento dure mais tempo do que o de um adulto tabagista.

Na Indonésia o acto de crianças fumarem é aceito culturalmente, porém tem trazido sérios proble­mas de saúde pública. Houve um aumento de 400% no número de crianças fumantes no país, entre 2001 e 2007.
Nem as mães enten­dem que estão envenenando seus filhos. Um porta voz da Indonésia afirmou que o país está discutindo medidas antitabagistas.

Uma em cada quatro crianças já teve contato com o cigarro.

Em Portugal, há um vilarejo em que as crianças também fu­mam, por causa de uma tradição.
Há muitos anos que a aldeia de Vale de Salgueiro, Mirandela, é conhecida por uma tradição que divide opiniões sobre as possíveis consequências futuras.
Na noite do dia 5 de Janeiro, as crianças são incentivadas pelos familiares a fu­mar cigarros.

“Nessa noite, são os familiares que compram os maços de tabaco para dar aos garotos”, explica Ro­ger Lopes, o presidente da Junta de Freguesia.

Ninguém sabe ao certo como e quando começou esta estranha tradição, nem tão pouco o que ela possa significar.

“Sei que se trata de uma festa secular porque os mais idosos já não se lembram de quando terá começado, mas falou-se em tem­pos que os mais jovens fumavam para simbolizar a emancipação”, acrescenta o autarca.

TABACO NA INFÂNCIA

Não é apenas o acto de fumar ativamente, como no caso do ga­roto indonésio que consome 40 cigarros por dia, que afeta a saúde da criança.
O fumo passivo, ou seja, o con­tato com a fumaça do produto de forma indireta, por causa da mãe ou do pai, por exemplo, também pode ser bastante prejudicial para a formação física e intelectual da criança.

De acordo com dados do Inca (Instituto Nacional do Câncer), em filhos recém-nascidos de mães fumantes de 40 a 60 cigarros por dia, observa-se acidentes mais graves como palidez, cianose, ta­quicardia e crises de parada respi­ratória, logo após a mamada.
Pessoas com sete anos de ida­de nascidas de mães que fumaram dez ou mais cigarros por dia du­rante a gestação apresentam atraso no aprendizado quando compara­das a outras crianças: observou-se atraso de três meses para a habili­dade geral, de quatro meses para a leitura e cinco meses para a mate­mática. E quanto maior o número de fumantes no domicílio, maior o percentual de infecções respira­tórias, chegando a 50% nas que vivem com mais de dois fumantes em casa.

Segundo o pneumologista José Miguel Chatkin, membro da Comissão de Tabagismo da Socie­dade Brasileira de Pneumologia, a mãe que fumou durante a gra­videz ou que fuma depois de a criança nascer, mesmo que não ao lado do filho, prejudica seu desen­volvimento como um todo, atra­palhando o rendimento escolar.

- Os filhos de mães fumantes durante a gravidez ou logo no início da vida da criança têm o de­senvolvimento escolar mais baixo e média de QI menor. Isso porque a nicotina e outras substâncias do cigarro produzem vasoconstrição, ou seja, o fluxo de sangue que vai ao cérebro diminui e isso afeta o desenvolvimento do sistema ner­voso central, alterando o desen­volvimento neuropsicomotor. Por isso ela demora mais até para an­dar.

Entre as crianças que fumam, o risco desta alteração é ainda maior, segundo o especialista.

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Abracadabra da Fé

Posted on 28 julho 2010 by cedric

Mesmo antes de conhecer meu Senhor, já desfrutava do poder de Seu Nome. Lembro, na juventude, quando tinha de encarar o rigor das correções do papai. Dizia para mim mesmo: Deus é Grande, o Senhor Jesus Cristo me ajuda. Essa frase-oração tem sido meu escudo diante dos perigos e desafios da vida. Nunca falhou.

Mais tarde, o conhecimento bíblico veio confirmar sua eficácia. Portanto, sugiro a todos que crêem, testar esse “abracadabra da fé”.

Publicado originalmente no blog do Bispo Edir Macedo

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QUANDO O ÍDOLO VIRA VILÃO

Posted on 28 julho 2010 by cedric

Para o jovem torcedor Fred Lee Soares, de 15 anos, seu ídolo no futebol, o guarda-redes Bruno, mudou de time: deixou o dos bons e passou para o dos que são e dão maus exemplos.
Assim como ele, centenas de fãs ficaram desnorteados e decepcionados quando Bruno Fernandes das Dores de Souza (ex-capitão da equipe do Rio de Janeiro e jogador do time desde 2006) foi apontado como principal suspeito pelo desaparecimento da ex-namorada Eliza Samudio, de 25 anos, desaparecida desde o dia 4 de junho.
Os mais frustados são as crianças e os jovens, que se inspiravam no jogador.

“Até chorei quando vi a notícia. Foi demais saber que o ídolo não existe mais. Jamais vou torcer por um homem que bate e pode ser o assassino de uma mulher”, desabafa o jovem Fred.

Entre os adolescentes como Fred o impacto pode ser forte, mas entre crianças pode chegar próximo ao trauma.
“É sabido que até os 7 anos de idade as crianças copiam os pais.
Depois, é natural que elas tenham ídolos, pois eles são uma projeção do que gostaríamos de ser. Isso dura até a adolescência, enquanto desenvolvem a personalidade e a individualidade”,explica o psicólogo Renan Lagoas.
“É importante mostrar para crianças e jovens que o que eles admiravam era o trabalho de Bruno, não sua conduta como ser humano”, defende Lagoas.

Outra dica é não esconder a verdade: não precisam ser passados os detalhes sórdidos do caso, mas a criança pode saber que o goleiro fez algo muito errado e que vai pagar pelo que fez.
Nival Dias de Sá, presidente do Clube, onde o guada-redes começou a carreira, disse que teve que conversar com os mais de 400 jovens que treinam lá e que tinham o jogador como exemplo a seguir para alcançar o estrelato no mundo do futebol.
“Expliquei que esse caso serve de exemplo para que eles não se envolvam com más companhias e só façam o bem”, declarou à publicação.
“A queda de um mito normalmente provoca um choque forte nos adolescentes, mas a tendência é de que o jovem torcedor procure outro substituto para ocupar seu coração. Afinal, seu clube é mais importante do que a idolatria.
E ele acaba não perdoando aquele atleta que fez seu mundo cair, que o fez chorar e até ser ridicularizado pelos amigos”, diz a psicóloga Andréa Pedrosa.
Mas a reviravolta na figura do guarda-redes Bruno, que passou de ídolo a vilão, não é o primeiro caso a acontecer entre esportistas.

Em 1994, o ex-jogador de futebol americano O. J. Simpson foi acusado de matar a facadas a esposa Nicole Brown e o amigo dela Ronald Goldman, em Los Angeles, nos Estados Unidos.
O julgamento foi longo, durou cerca de 1 ano, foi intensamente acompanhado pela mídia e teve um desfecho polêmico: o jogador foi absolvido. Apesar de ter sido inocentado pela corte, O. J. Simpson ficou com a reputação manchada, nunca mais voltou a jogar profissionalmente e cometeu novos crimes anos depois.
Em 2007, acabou preso – atualmente, cumpre uma pena de 33 anos (por roubo e sequestro, entre outras acusações).
Um pouco antes de Simpson, outros esportistas haviam aberto precedente nos tribunais dos Estados Unidos.

O caso do pugilista Mike Tyson foi um dos mais famosos.
Em 1992, ele foi acusado pela ex-miss Desiree Washington de estupro. Foi condenado a 6 anos de prisão, mas cumpriu metade em regime aberto.
Também acusado de estupro, em 2003, Kobe Bryant, jogador de basquete estrela da NBA (Liga Nacional de Basquete dos Estados Unidos), conseguiu se livrar do processo que, se tivesse sido levado adiante, poderia tê-lo colocado na prisão perpétua.
Para a psicóloga Rosa Milleti, especialista em atendimento a estudantes da rede pública de ensino, a sucessão de fatos desagradáveis levam o jovem torcedor a esquecer seu ídolo, principalmente para escapar das inevitáveis gozações dos torcedores de times adversários.

“Nenhum jovem gosta de tomar como exemplo alguém que dá a oportunidade para que torcedores de outros clubes zombem deles, como parece estar acontecendo com os rubro-negros e Bruno”, diz.

Outro caso famoso do basquete norte-americano é o do polêmico Denis Rodman.
O jogador foi preso por bater em Carmen Electra em 1999 – a atriz era casada com ele na época.
Em 2008, foi acusado de bater em outra esposa.
Também do basquete, o astro Charles Barkley é um dos campeões de ocorrências policiais.
Ele já foi preso três vezes por dirigir embriagado, a última delas em fevereiro de 2009.
A primeira vez que foi para a cadeia, em 1991, foi acusado de bater em um homem.

“O problema destas pessoas que foram colocadas na posição de ídolos é que essa adoração lhes traz um sentimento de invencibilidade, de estar acima do bem e do mal”, conclui o psicólogo Renan Lagoas.

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O barulho da carroça

Posted on 28 julho 2010 by cedric


Certa manhã, meu pai, muito sábio, convidou-me a dar um passeio no bosque.

Ele se deteve numa clareira e, depois de um pequeno silêncio, me perguntou:

“Além do cantar dos pássaros, você está ouvindo mais alguma coisa?”

Apurei os ouvidos alguns segundos e respondi:

“Estou ouvindo um barulho de carroça.”

Isso mesmo, disse meu pai, é uma carroça vazia.

Perguntei ao meu pai:

“Como pode saber que a carroça está vazia, se ainda não a vimos?”

“Ora”, respondeu meu pai, “é muito fácil saber que uma carroça está vazia por causa do barulho. Quanto mais vazia a carroça, maior é o barulho que faz!”

Tornei-me adulto e, até hoje, quando vejo uma pessoa falando demais, gritando (no sentido de intimidar), tratando o próximo com grossura inoportuna, prepotência, interrompendo a conversa de todo mundo e querendo demonstrar que é a dona da razão e da verdade absoluta, ou sentindo-se melhor que as outras, marrenta, orgulhosa, tenho a impressão de ouvir o meu pai dizendo:

“Quanto mais vazia a carroça, mais barulho ela faz!”

(Autoria desconhecida)

Publicado originalmente no blog do Bispo Edir Macedo

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O temor a Deus

Posted on 28 julho 2010 by cedric

Soa estranho ouvir falar em temor a Deus. A palavra dá ideia de medo ou mesmo pavor dEle. Imagina-se então um Deus inflexível diante das falhas e fraquezas humanas. Tal conceito era transferido pelos sacerdotes e profetas aos seus contemporâneos antes do Messias. Com a Sua vinda, a imagem punitiva do Deus de Abraão foi removida e o seu lugar foi ocupado pelo Deus é amor. Jesus, imagem do Deus invisível, O primogênito de toda a criação (Colossenses 1.15), manifestou o caráter do Deus-Pai, Se compadecendo por todos os aflitos e necessitados.

Portanto, o real temor a Deus trata de fé, respeito e prática de Sua Palavra. Por conta disso, o temor torna o fiel sábio para manter-se como oferta viva no Altar. Ele entende a vontade de seu Senhor e com Ele há comunhão permanente.

Fazei votos e pagai-os ao Senhor, vosso Deus; tragam presentes todos os que O rodeiam, Àquele que deve ser temido. Salmo 76.11

Publicado originalmente no blog do Bispo Edir Macedo

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Coração de Madeira

Posted on 25 junho 2010 by cedric

Cansada de tanto chorar, sofrendo com as tristezas que seu filho a fazia passar, uma senhora decidiu materializar sua dor.

Ela pegou um coração de madeira, cravou muitos pregos nele e o pendurou na porta de entrada da casa.

Ao ver a estranha escultura, seu filho perguntou: “Por que esse coração feio e cheio de pregos na parede?” Ela respondeu: “O coração é o meu. Os pregos são as amarguras e tristezas que você me tem causado.”

Sem palavras e profundamente entristecido, o filho saiu decidido a mudar seu comportamento.

Passadas algumas semanas, ele notou que os pregos do coração haviam sido retirados e, novamente, perguntou: “Por que os pregos foram removidos?” Ao que a mãe respondeu: “Conforme suas atitudes foram mudando, as amarguras e tristezas foram cessando e, por isso, retirei os pregos que as representavam.”

O rapaz ficou aliviado ao perceber que já não era mais causador de dores emocionais da mãe, mas, ao olhar novamente para o coração de madeira, também notou que apesar dos pregos não estarem mais lá, as marcas deixadas por eles ficariam para sempre.

Publicado originalmente no blog do Bispo Edir Macedo

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Trombetas do mal

Posted on 24 junho 2010 by cedric

Já conquistamos muitas vitórias. Porém, nenhuma delas foi precedida por alegria. Ao contrário. Como a mulher que sente dores antes do parto, também foi conosco. E digo mais: quanto maior e mais expressiva era a conquista, maior e mais perturbador era o barulho das trombetas do mal. O som ensurdecedor das ameaças infernais ocorre justamente para esfriar a certeza da vitória, e, consequentemente, tentar neutralizar a fé no sucesso.

Satanás sabe que não há como impedir o cumprimento das Promessas. Pode até retardá-las com a permissão do Seu Autor. Seja pelo tempo determinado de Deus, pela falta de confiança ou de perseverança do fiel, não sei. O que sei é: as conquistas pela fé são sempre precedidas pelos rugidos enfurecidos do inferno.

É óbvio que o barulho em si não tem nenhum efeito. Salvo quando se lhe dá atenção e permite a entrada do medo. O medo gera a dúvida, e a dúvida neutraliza o poder da fé. Essa tem sido uma das táticas do inferno para retardar ou tentar impedir o cumprimento da Promessa.

É preciso estar vigilante e atento aos barulhos, ameaças, enfim, todo e qualquer sinal demoníaco para reagir de forma positiva. Ou seja, ao invés de lamentar, reclamar ou confessar qualquer palavra de dúvida, ao contrário, siga firme dando graças a Deus porque a vitória está se aproximando.
Publicado originalmente no blog do  Bispo Edir Macedo

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A vida dá muitas voltas

Posted on 16 junho 2010 by cedric

Há 21 anos, na casa de uma tia, na África.

De uma humilde salinha de madeira para a sala mais poderosa do mundo.

As atitudes movem as pessoas por qualquer caminho.

Nunca devemos desistir, mas sim lutar diariamente por tudo aquilo que mais queremos.

Agora, imagine você que conhece o DEUS Todo-Poderoso-de-Israel?
Onde você pode chegar?

Publicado originalmente no blog do Bispo Edir Macedo

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O Poder na Fraqueza

Posted on 14 junho 2010 by cedric

Quem vive pela fé caminha na contramão do mundo. Não há lógica na fé cristã. E quem tentar conciliar a fé e a lógica vai ficar confuso e não chegará a lugar nenhum.

O Senhor Jesus garantiu ao primeiro, o último lugar, e ao último, o primeiro lugar. O maior será servo dos menores e quem quiser salvar sua vida, perdê-la-á; mas, quem perder sua vida pela causa Divina, salvá-la-á.

Até o poder do Alto se aperfeiçoa na fraqueza. Diante disso, Paulo notou que suas debilidades eram sinais de sua força. Nos momentos de dor e aflição ouviu a meiga voz lhe dizendo: A Minha graça te basta, porque o poder se aperfeiçoa na fraqueza.

Agigantado na fé por essa palavra, então, confessou: De boa vontade, pois, mais me gloriarei nas fraquezas, para que sobre mim repouse o poder de meu Senhor. Pelo que sinto prazer nas fraquezas, nas injúrias, nas necessidades, nas perseguições, nas angústias, por amor de Cristo. Porque, quando estou fraco, então, é que sou forte. 2 Coríntios 12

Certamente, por conta das humilhações, Paulo aprendeu que os humilhados serão exaltados e os exaltados serão humilhados. Isso porque, no Reino de Deus, quem quer ganhar, perde, e quem não se importa em perder, ganha. Justamente o oposto das regras do mundo.

Portanto, amigo leitor, se você se sente abatido, enfraquecido, humilhado ou fracassado, saiba que tudo isso é sinal do poder de Deus se aperfeiçoando na sua fraqueza. Levante-se, sacuda a poeira e vá em frente porque Deus é contigo.

Pubicado originalmente no blog do Bispo Macedo

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SOB O DOMÍNIO DO MAL

Posted on 08 junho 2010 by cedric

O que se passa com pessoas que matam ou torturam friamente outras pessoas ou até mesmo membros da sua própria casa?
Belo, elegante, perfumado, de luvas brancas e assobiando árias da ópera Tosca, de Puccini, o médico alemão Josef Mengele seleccionava as cobaias humanas para suas atrozes experiências científicas com um leve toque de seu chicote de cavaleiro na ponta de uma das botas do eleito. A cena se repetia na rampa do campo de concentração de Birkenau, no complexo de Auschwitz, na Polónia, durante a Segunda Guerra Mundial.
O “Anjo da Morte”, como ficou conhecido, venerava as sinfonias de Beethoven, adorava cães, apreciava torta de maçã e tratava a todos com extrema polidez.
Com meticulosidade, registava em um bloco pequenos incidentes da vida quotidiana: pias entupidas, aspiradores estragados ou panes de electricidade enquanto enviava milhares de prisioneiros para os fornos crematórios e as câmeras de gás, anotava em seu diário eventuais males de que sofria, como dores de cabeça, reumatismos ou diarreias.
Com cinismo exacerbado, total ausência de afecto e fanatismo científico, Josef Mengele foi um típico exemplo de criminoso perverso. Seu fim é conhecido.
Com a derrota nazista, fugiu para a América do Sul, morreu sob nome falso em 1979, na praia de Bertioga, litoral norte de São Paulo, no Brasil, e foi finalmente identificado em 1992, graças a testes feitos após a exumação de seu cadáver.

CASO DA PROCURADORA VERA LÚCIA
Os contos de fadas, cujos heróis enfrentam bruxas malvadas e lobos maus, inevitavelmente acabam bem. São uma forma de as crianças encararem e exorcizarem seus medos e angústias, dizem os psicanalistas.
Mas, há milhares de meninos e meninas que descobrem, desde muito cedo, que bruxas malvadas e lobos maus podem existir de verdade – e, pior, habitar a casa onde eles moram.
A procuradora aposentada Vera Lúcia de Sant’Anna Gomes, de 66 anos, é uma dessas bruxas malvadas de carne e osso.

Presa, ela se entregou à polícia depois de passar oito dias foragida, acusada de torturar com frieza e fúria uma menina de 2 anos que estava sob sua guarda.
Na semana passada, Vera Lúcia falou a VEJA.

Estava vestida com o uniforme das presidiárias – blusa branca de malha, calça azul e chinelos de dedo, tinha o cabelo pintado de loiro em desalinho e as unhas cor de vinho.
Com os olhos fixos e a voz exaltada, ela negou a série de maus-tratos de que é acusada de infligir a T.E., a menina que estava prestes a adoptar – mas assumiu sem nenhum fio de remorso a humilhação a que submeteu a criança.
“Chamei a garota de cachorra mesmo”, afirmou. E acrescentou: “Mas chamar alguém de cachorro não é ofensa.
Os cães são mais amigos e leais do que muito ser humano por aí”.
Durante os 29 dias em que a pequena T.E. ficou sob os seus cuidados provisórios (os papéis para formalizar a adopção estavam correndo na Justiça), a procuradora a manteve trancafiada em um quarto. T.E., afirmam testemunhas, era alvo de xingamentos constantes e recebeu tantas surras que mal conseguia abrir os olhos, de tão inchados.
Foi nesse estado que representantes do conselho tutelar a encontraram quando foram à casa de Vera Lúcia, movidos por uma denúncia anónima T.E. passou três dias no hospital para tratar dos ferimentos.
Hoje, de volta ao abrigo de menores onde vivia, ela pouco come e quase não fala.
Quando um estranho chega perto, assusta-se e foge.
O que faz alguém ser capaz de cometer tamanha brutalidade?
E, sobretudo, o que faz alguém capaz de tal brutalidade querer adoptar uma criança?
A monstruosidade da procuradora é identificada por especialistas como típica dos psicopatas.
Eles são capazes de entender intelectualmente a diferença entre o bem e o mal, mas não demonstram ter aquelas emoções que estão na base do senso moral das pessoas – como ilustra o caso de Vera Lúcia.
“Ela não se compadece da dor alheia, não dá sinais de arrependimento e parecia ter prazer em subjugar a menina”, afirma o psiquiatra Joel Birman.
Vários episódios na biografia da procuradora revelam essa agressividade.
Uma amiga da família de Vera Lúcia contou que, certa vez, recebeu a visita da mãe da procuradora, Maria de Lourdes, que viveu com a filha até morrer, em 2004.

Segundo essa amiga, Maria de Lourdes confidenciou-lhe que, quando se enfurecia, Vera Lúcia lhe dava “uns tapas”. “Fiquei em choque”, disse a mulher.

Presa há duas semanas depois de oito dias foragida, a procuradora aposentada Vera Lúcia de Sant’Anna Gomes passa os dias num espaço reservado a mais oito presidiárias, algumas acusadas de tráfico de drogas.
Com as mãos trémulas e elevando a voz em alguns momentos, ela deu a seguinte entrevista ao repórter Ronaldo Soares:

A senhora é acusada de torturar durante 29 dias a menina de 2 anos que pretendia adoptar. Isso é verdade?
De tudo aquilo de que estão me acusando, admito uma coisa: chamei a menina de cachorra mesmo.
No dia em que isso aconteceu, tínhamos uma consulta médica. Ela estava se recusando a comer e ainda por cima sujava a roupa toda de leite.
Aquilo foi me irritando profundamente e perdi a paciência. Mas discordo da maioria das pessoas que agora me condenam: para mim, chamar alguém de cachorro não é ofensa.
Se ocorresse com a senhora, como reagiria?
Dependeria da forma como a pessoa falasse. Pessoalmente, adoro cachorros.

Diria até que são animais mais amigos e leais do que muito ser humano por aí.
Tenho um cão poodle e dois gatos siameses, que crio como gente. Só que para bicho ninguém deixa herança.
O que a senhora quer dizer com isso?
Ganho muito bem como procuradora aposentada. Com tanta criança necessitada no mundo, pensei: ‘Quando morrer, por que deixar minha pensão para o estado?.
Foi por isso que decidi adoptar essa menininha.
Se a senhora diz que não a machucou, qual é a explicação para o estado em que ela se encontrava quando foi retirada de seu apartamento?
O ferimento na testa eu sei o que foi: dei à menina umas uvas sem caroço, que ela espalhou pela casa toda e acabou se esborrachando.
Meu apartamento tem chão de mármore e muito tapete persa – é fácil de escorregar.
Mas o tombo provocou só um machucadinho de nada. Já estava sarando.
E os hematomas espalhados por todo o corpo dela?
A única coisa que eu sei é que fui à manicure, à tarde, e a deixei bem, em casa. Quando voltei, foi aquela surpresa:
o conselheiro tutelar já a havia levado embora. Soube depois que ela estava toda arrebentada.
Também gostaria de saber quem fez isso com aquela criança.
A senhora tem algum palpite?
Talvez tenha sido uma conspiração para tirá-la da minha casa.
Veja esse conselheiro que foi ao meu apartamento para levar a menina embora… O rapaz é protestante e eu não.
Prefiro jogar tarô.
No conselho tutelar, teve gente espalhando que eu frequento seitas satânicas, uma mentira.
Será que querem me prejudicar?
Se for, é bom que saibam: a cadeia dói. Meu lugar não é aqui.
A senhora ainda pensa em adoptar uma criança?
Acho que não mais.
Meu sonho era ter adoptado três, para formar a família que nunca tive.
Adoro crianças. Não faria sentido nenhum torturar uma menina que cuidaria de mim na velhice, certo?
Só se eu fosse louca.

Pais matando filhos
O que mais podemos esperar?
Uma denúncia anónima revelou um crime chocante.
Um bebé de 2 meses foi levado para o Hospital já sem vida, com traumatismo craniano.
O agressor, segundo as investigações, foi o pai do menino, que deu um soco na cabeça do bebé porque ficou irritado com o choro da criança.
O laudo constatou traumatismo craniano, com afundamento do lado direito da cabeça.
Os pais foram ouvidos na Esquadra e durante depoimento, Marcelo da Conceição Brito, 22 anos, confessou que ficou irritado com o choro do filho durante a madrugada e deu um soco na cabeça do bebé.
O que está acontecer com a família e o amor e a estima entre os familiares?
Mês passado, pai e filho foram encontrados mortos a tiros dentro de um apartamento.
Renato Ventura Ribeiro, advogado e professor, de 39 anos, é suspeito de ter matado seu filho, Luís Renato, de 5 anos, e ter tirado a própria vida.
O motivo dos crimes seria a perda da guarda da criança para a mãe, dias antes.
Outro caso foi o de Flávia Costa Hahn, 60 anos, que assassinou o filho, Tobias Lee Manfred Hahn, 24, com dois tiros.
A ex-secretária executiva de uma multinacional alemã estava desempregada há quatro anos e enfrentava um problema familiar: o rapaz era usuário de drogas.
Para a polícia, Flávia contou que cometeu o crime para se defender, já que ele teria tentado matá-la por estar sob efeitos de drogas.
Ela supostamente discutiu intensamente com o filho, que teria pego uma faca para tentar matá-la.
De acordo com Flávia, ela então correu e pegou uma arma para se defender, disparando duas vezes contra o filho.
O pai, o engenheiro alemão aposentado Manfred Oto Hugo Hahn, 75 anos, tentou apaziguar o desentendimento entre Flávia e Tobias, mas não conseguiu e a tragédia se concretizou.
De acordo com a família, a vítima tinha histórico de discussão com os pais e uso de drogas.
Esses são apenas três exemplos de pais que matam os próprios filhos. Os casos se multiplicam.
O que está acontecer com as nossas famílias?
Falta de Jesus, de fé nEle para superar os problemas?
O facto é que a família foi criada por Deus. Ela é a base de tudo: educação, amor, compreensão, tolerância e crescimento como ser humano.
Mas para que haja uma plena harmonia, é preciso entender que o Senhor tem que estar no centro de tudo.
A Palavra de Deus diz que o diabo veio para matar, roubar e destruir e a família é um de seus alvos. Seu prazer é ver os lares destruídos: brigas constantes, casais separados, filhos nas drogas, na prostituição, pais matando filhos, filhos matando pais.
Estes, inclusive, são alguns dos sinais dos tempos descritos na Bíblia.
Para famílias que não vivem em paz e harmonia, a Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) realiza uma reunião especial todos os Domingos.
Nesses encontros, O Bispo ora, dá conselhos, transmite ensinamentos bíblicos e ajudam a manutenção de um lar feliz e harmónico.
Através destes encontros, muitos lares têm sido restaurados.
São inúmeros os testemunhos de pessoas que reencontraram a felicidade no lar depois de assistirem às reuniões na IURD. Você que tem uma família bem estruturada também deve participar, para que esta estrutura venha cada vez mais a ser fortalecida.

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