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Vale a pena ler até o fim

Posted on 31 agosto 2010 by wallacy

Naquela noite, enquanto minha esposa servia o jantar, eu segurei sua mão e disse: “Tenho algo importante para te dizer.” Ela se sentou e jantou sem falar uma palavra. Pude ver sofrimento em seus olhos.

De repente, eu também fiquei sem palavras. No entanto, eu tinha que dizer a ela o que estava pensando. Eu queria o divórcio. E abordei o assunto calmamente.

Ela não parecia irritada pelas minhas palavras e simplesmente perguntou em voz baixa: “Por quê?”

Eu evitei respondê-la, o que a deixou muito brava. Ela jogou os talheres longe e gritou: “Você não é homem!” Naquela noite, nós não conversamos mais. Pude ouvi-la chorando. Eu sabia que ela queria um motivo para o fim do nosso casamento. Mas eu não tinha uma resposta satisfatória para esta pergunta. O meu coração não pertencia a ela mais, e sim à Jane. Eu simplesmente não a amava mais, sentia pena dela.

Sentindo-me muito culpado, rascunhei um acordo de divórcio, deixando para ela a casa, nosso carro e 30% das ações da minha empresa.

Ela tomou o papel da minha mão e o rasgou violentamente. A mulher com quem vivi pelos últimos 10 anos se tornou uma estranha para mim. Eu fiquei com dó deste desperdício de tempo e energia, mas eu não voltaria atrás no que disse, pois amava Jane profundamente. Finalmente, ela começou a chorar alto na minha frente, o que já era esperado. Eu me senti libertado enquanto ela chorava. A minha obsessão por divórcio nas últimas semanas finalmente se materializava e o fim estava mais perto agora.

No dia seguinte, eu cheguei em casa tarde e a encontrei sentada à mesa, escrevendo. Eu não jantei, fui direto para a cama e dormi imediatamente, pois estava cansado depois de ter passado o dia com a Jane.

Quando acordei no meio da noite, ela ainda estava sentada à mesa, escrevendo. Eu a ignorei e voltei a dormir.

Na manhã seguinte, ela me apresentou suas condições: ela não queria nada meu, mas pedia um mês de prazo para conceder o divórcio. Ela pediu que durante os próximos 30 dias a gente tentasse viver juntos de forma mais natural possível. As suas razões eram simples: o nosso filho faria seus exames no próximo mês e precisava de um ambiente propício para preparar-se bem, sem os problemas de ter que lidar com o rompimento de seus pais.

Isso me pareceu razoável, mas ela acrescentou algo. Ela me lembrou do momento em que eu a carreguei para dentro da nossa casa no dia em que nos casamos, e me pediu que durante os próximos 30 dias eu a carregasse para fora da casa todas as manhãs. Eu, então, percebi que ela estava completamente louca, mas aceitei sua proposta para não tornar meus próximos dias ainda mais intoleráveis.

Eu contei para a Jane sobre o pedido da minha esposa e ela riu muito e achou a ideia totalmente absurda. “Ela pensa que impondo condições assim vai mudar alguma coisa; melhor ela encarar a situação e aceitar o divórcio”, disse Jane, em tom de gozação.

Minha esposa e eu não tínhamos nenhum contato físico havia muito tempo, então, quando eu a carreguei para fora da casa no primeiro dia, foi totalmente estranho. Nosso filho nos aplaudiu dizendo: “O papai está carregando a mamãe no colo!” Suas palavras me causaram constrangimento. Do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa, eu devo ter caminhado uns 10 metros carregando minha esposa no colo. Ela fechou os olhos e disse baixinho: “Não conte para o nosso filho sobre o divórcio.” Eu balancei a cabeça, mesmo discordando e então a coloquei no chão assim que atravessamos a porta de entrada da casa. Ela foi pegar o ônibus para o trabalho e eu dirigi para o escritório.

No segundo dia, foi mais fácil para nós dois. Ela se apoiou no meu peito, eu senti o cheiro do perfume que ela usava. Eu então percebi que há muito tempo não prestava atenção nessa mulher. Ela certamente havia envelhecido nestes últimos 10 anos, havia rugas no seu rosto, seu cabelo estava ficando fino e grisalho. O nosso casamento teve muito impacto nela. Por uns segundos, cheguei a pensar no que havia feito para ela estar nesse estado.

No quarto dia, quando eu a levantei, senti uma certa intimidade maior com o corpo dela. Essa mulher havia dedicado 10 anos da vida dela a mim.

No quinto dia, a mesma coisa. Eu não disse nada à Jane, mas ficava cada dia mais fácil carregá-la do nosso quarto à porta da casa. “Talvez meus músculos estejam mais firmes com o exercício”, pensei.

Certa manhã, ela estava tentando escolher um vestido. Ela experimentou uma série deles, mas não conseguia achar um que servisse. Com um suspiro, ela disse: “Todos os meus vestidos estão grandes para mim.” Eu então percebi que ela realmente havia emagrecido bastante, daí a facilidade em carregá-la nos últimos dias.

A realidade caiu sobre mim com uma ponta de remorso. Ela carrega tanta dor e tristeza em seu coração… Instintivamente, eu estiquei o braço e toquei seus cabelos.

Nosso filho entrou no quarto nesse momento e disse: “Pai, está na hora de você carregar a mamãe.” Para ele, ver seu pai carregando sua mãe todas as manhãs tornou-se parte da rotina da casa. Minha esposa abraçou nosso filho e o segurou em seus braços por alguns longos segundos. Eu tive que sair de perto, temendo mudar de ideia agora que estava tão perto do meu objetivo. Em seguida, eu a carreguei em meus braços, do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa. Sua mão repousava em meu pescoço. Eu a segurei firme contra o meu corpo. Lembrei-me do dia do nosso casamento.

Mas o seu corpo tão magro me deixou triste. No último dia, quando eu a segurei em meus braços, por algum motivo não conseguia mover minhas pernas. Nosso filho já havia ido para a escola e eu me vi pronunciando estas palavras: “Eu não percebi o quanto perdemos a nossa intimidade com o tempo.”

Eu não consegui dirigir para o trabalho. Fui até o meu novo futuro endereço, saí do carro apressadamente, com medo de mudar de ideia. Subi as escadas e bati na porta do quarto. Jane abriu a porta e eu disse a ela: “Desculpe, Jane. Eu não quero mais me divorciar.”

Ela olhou para mim sem acreditar e tocou na minha testa: “Você está com febre?” Eu tirei sua mão da minha testa e repeti “Desculpe, Jane. Eu não vou me divorciar. Meu casamento ficou chato porque nós não soubemos valorizar os pequenos detalhes da nossa vida e não por falta de amor. Agora eu percebi que desde o dia em que carreguei minha esposa, no dia do nosso casamento, para nossa casa, eu devo segurá-la até que a morte nos separe.

Jane então percebeu que era sério. Me deu um tapa no rosto, bateu a porta na minha cara e pude ouvi-la chorando compulsivamente. Eu voltei para o carro e fui trabalhar.

Na loja de flores, no caminho de volta para casa, eu comprei um buquê de rosas para minha esposa. A atendente me perguntou o que eu gostaria de escrever no cartão. Eu sorri e escrevi: “Eu te carregarei em meus braços todas as manhãs até que a morte nos separe.”

Naquela noite, quando cheguei em casa, com um buquê de flores na mão e um grande sorriso no rosto, fui direto para o nosso quarto onde encontrei minha esposa deitada na cama, morta.
Minha esposa estava com câncer e vinha se tratando havia vários meses, mas eu estava muito ocupado com a Jane para perceber que havia algo errado com ela. Ela sabia que morreria em breve e quis poupar nosso filho dos efeitos de um divórcio, e prolongou a nossa vida juntos, proporcionando ao nosso filho a imagem de nós dois juntos toda manhã. Pelo menos aos olhos do meu filho, eu sou um marido carinhoso.

Os pequenos detalhes de nossa vida são o que realmente contam num relacionamento. Não é a mansão, o carro, as propriedades, o dinheiro no banco. Estes bens criam um ambiente propício à felicidade, mas não proporcionam mais do que conforto. Portanto, encontre tempo para ser amigo de sua esposa; faça pequenas coisas um para o outro para mantê-los próximos e íntimos. Tenham um casamento real e feliz!

Se você não dividir isso com alguém, nada vai te acontecer.

Mas se escolher enviar para alguém, talvez salve um casamento.
Muitos fracassados na vida são pessoas que não perceberam que estavam tão perto do sucesso e preferiram desistir.

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Revolta

Posted on 30 agosto 2010 by wallacy

A revolta é uma energia. Serve para o bem ou para o mal, depende de quem a dirige. A maioria das pessoas revoltadas tem usado essa força para o mal. O jovem revoltado com problemas familiares descamba para as drogas e até para a criminalidade. A pessoa num beco sem saída usa sua revolta para acabar com sua vida. O traído usa sua revolta para se vingar de quem o traiu. Assim sendo, cada um usa sua revolta como combustível para queimar.

O revoltado é inconsequente quando usa sua força para o mal. Por conta disso, ele tem assumido sua posição de perdido e exteriorizado sua revolta em forma de ódio.

Imagine essa revolta a serviço de Deus! O resultado será exteriorizar o ódio contra as forças espirituais do mal, causadoras das injustiças. Com a direção Divina, esse poder não só vai reverter a própria situação, mas de toda a coletividade. Ou seja, a revolta, quando usada em parceria com Deus, promove o bem estar pessoal e dos familiares. Como? Permitindo-se ser possuído pelo Espírito de Deus.

Faça um teste. Coloque sua revolta a serviço de Deus. Sua revolta vai despertar a fé pura e você vai arrebentar!

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Davi x Salomão

Posted on 06 agosto 2010 by wallacy


Davi e Salomão refletem dois tipos de vida em relação à fé. Enquanto o primeiro enfrentou toda sorte de adversidades até a morte, o segundo gozou dos privilégios da herança do pai com a vantagem de ter tido paz durante seu reinado.

A imagem de Davi traz à memória a prática da fé pura. A fé viva no Deus Vivo. E, justamente por conta desse tipo de fé, era considerado homem de guerra.

O assumir da fé bíblica, a fé patriarcal, impõe atitudes que contrariam este mundo. A partir desse tipo de fé, então, começa a guerra.

Quando se abraça a fé cristã não há como aceitar a prevalência do mal sobre o bem. Como crer num Deus tão grande e viver uma vida tão miserável?

Como poder de Deus, a fé viva recusa aceitar ou se submeter ao domínio tirano dos principados, potestades, dominadores e forças espirituais do mal que têm atuado na sociedade em forma de doenças, misérias, fomes, desgraças, injustiças sociais, etc. Por conta da rejeição do império do mal, através da fé, vêm as perseguições aos verdadeiros cristãos.

Por exemplo, a fé viva assumida jamais aceita fazer aliança com esse mundo. Porque nela está inserido o Espírito de Deus. Ele é o Doador dessa energia celestial.

Não penseis que Vim trazer paz à terra; não Vim trazer paz, mas espada. Jesus Cristo

Davi era homem de guerra porque era de fé. E quem vive pela fé, na verdade, vive de guerra em guerra. É impossível viver pela fé e em paz com o mundo. É como se tentasse conciliar a luz com as trevas.

Toda a trajetória da vida de Davi foi marcada por lutas internas e externas seguidas de vitórias. Desde sua juventude, como pastor de ovelhas, até à sua morte, Davi gemeu por causa dos seus inimigos. Porém, não se curvou, não se submeteu e nem foi derrotado por eles. Ao contrário. Isso porque Deus honrava sua fé da mesma maneira como ele honrava a Deus pela fé.

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O sucessor do monge

Posted on 06 agosto 2010 by cedric

Reza a lenda que um monge, próximo de se aposentar, precisava encontrar um sucessor. Continue Lendo…

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O LENHADOR JOVEM E O LENHADOR VELHO

Posted on 06 agosto 2010 by cedric

Em uma cidade, onde havia muitos cortadores de lenha, um jovem se destacava como campeão.
Ninguém conseguia cortar tantas árvores em um só dia quanto ele.
Até que alguém o desafiou, dizendo: Eu duvido que você corte mais árvores, em um só dia, do que o velho que já se aposentou, mas que quando estava na activa era insuperável no corte de árvores.

O jovem indignado com a provocação, desafiou o velho para uma disputa.
Escolheram um dia, demarcaram a área e a disputa começou.
O jovem queria vencer o velho de qualquer maneira.

Ele dizia consigo mesmo: Vai ser fácil, pois toda vez que eu olho para trás, o velho esta sentado. No final do dia, foram contar as árvores que cada um cortou.
Para o espanto de todos, principalmente do jovem, o velho venceu.

Não conformado em perder, o jovem disse ao velho lenhador: Como pode o senhor ter vencido? Todas as vezes que eu olhava para trás, eu o via sentado!
E o velho respondeu: Meu filho, as vezes que parei para sentar, é porque estava afiando meu machado.
Quem não tira tempo para afiar o machado, gasta muita energia e produz muito pouco.
Você pode observar que assim como o machado do lenhador velho precisava de manutenção, também tudo que possuímos se não for bem cuidado, não dura muito.

Assim também é a vida Espiritual do cristão, não adianta você correr, fazer e acontecer, se você não parar para afiar o machado da sua fé.
Sem comunhão com DEUS, seu machado acabará ficando sem corte.
Você pode até continuar lutando, mas gastará mais tempo e se cansará com facilidade. Não importa a quanto tempo você esta lutando, para solucionar este problema no seu casamento ou na sua vida financeira.
Saiba que Deus tem colocado a sua disposição várias ferramentas para que você afie o seu machado.
Assim como o jovem da nossa história, nós também queremos derrubar muitas árvores, principalmente aquelas que estão em nosso caminho, dificultando a realização de muitos dos nossos sonhos.

A falta da fé sacrificial faz com que muitos achem desnecessário afiar o seu machado, antes preferem usar a força do seu braço e consideram o sacrifício uma perda de tempo.
Esse é o principal motivo de muitos cristãos lutarem e ficarem pelo caminho.
Muitos ainda são jovens, mas carregam dentro de si um espírito cansado e mãos calejadas de tanto insistirem em usar um
machado cego.

Na fé !!!!

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Deus mudou a minha vida e a da minha família

Posted on 28 julho 2010 by cedric

Antes de conhecer o Senhor Jesus minha vida foi marcada de muito sofrimento.
Nasci numa família com condições, meu pai conseguia dar-nos o melhor, mas tudo virou ao avesso quando este veio a falecer vítima de acidente de viação.
Com a morte de meu pai perdemos tudo que tínhamos (casas, carros, moveis…, etc.), pois a família tirou-nos e nem se quer as malas de roupas nos deixaram levar.

Começamos a viver de favor e a passar por humilhações por isso minha mãe que nunca teve a necessidade de trabalhar viu-se obrigada a procurar emprego para garantir o nosso sustento devido ao aperto que estávamos a passar a ponto de passarmos fome, coisa que nunca tínhamos imaginado passar na vida.
O fundo do poço foi quando perdemos a nossa mãe que era o nosso único ponto seguro, que viera a falecer vítima de doença.

Órfã de pais foi assim que cheguei à igreja, angustiada, com maus sonhos, medo, resumido, no fundo do poço totalmente desorientada. Fomos bem recebidas pelos obreiros e pastores.
Começamos a fazer as correntes e a obedecer à voz de Deus vindo do seu servo no altar até que ouvi a proposta do Sinai.
Uma das primeiras Fogueiras Santas que participei lembrou-me que eu e minha irmã participamos em favor do meu irmão que caia doente com a mesma doença que minha mãe padeceu.
Deus respondeu com total cura e libertação. Graças a Deus hoje ele não sabe o que é dormir numa cama por estar doente.

Mais Fogueiras Santas vieram e nunca fiquei de fora em nenhuma delas, sempre me lancei dando o que é tudo para mim, crendo na promessa assim como foi com Moisés.
Deus começou a operar de forma extraordinária na minha vida e na vida dos meus irmãos de tal maneira que os que nos olhavam como coitados e sem futuro por sermos órfãos vinham nos pedir ajuda.

Consegui ingressar a faculdade e custear os meus estudos pessoalmente sem precisar pedir favor a ninguém.
Minha irmã esta bem casada e prospera, tem negocio próprio e meu irmão mais novo esta trabalhando e com apenas 21 anos de idade esta ocupando um cargo de responsabilidade na empresa e esta na faculdade se formando em Gestão de Empresas.
Hoje sou uma pessoa feliz e realizada, tenho paz em meu coração aquilo que as pessoas pensavam ser impossível se tornou em realidade.

Tenho um casamento abençoado, estou a concluir a minha licenciatura em Contabilidade e Auditoria.
Aquela angústia que senti antes por falta dos meus pais já não sinto mais, pois O Deus que conheci na Igreja Universal preencheu o meu coração, meus irmãos são obreiros da casa de Deus, não nos falta nada, hoje posso dizer em viva voz: eu e a minha casa servimos ao Senhor finalizou Lidia Pondja.

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NÃO LIMITE-SE, VOCÊ É CAPAZ

Posted on 28 julho 2010 by cedric

“Um homem que estava desem­pregado entra num concurso para ser faxineiro da Microsoft. Continue Lendo…

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NÃO DEIXE QUE PALAVRAS NEGATIVAS TIREM SEU FOCO

Posted on 28 julho 2010 by cedric

Um homem vivia na beira da estrada e vendia cachorros-quentes. Não tinha rádio e, por deficiência de visão, não podia ler jornais. Em compensação, vendia bons cachorros-quen­tes.

Colocou um cartaz na beira da estrada, anunciando a mer­cadoria, e ficou por ali gritando quando alguém passava: “Olha o cachorro-quente especial!!!”
E as pessoas compravam. Com isso, aumentou os pedi­dos de pão e salsicha, e acabou construindo uma mercearia. Então, ao telefonar para o filho que morava em outra cidade e contar as novidades, o filho disse:

- “Pai, o senhor não tem ou­vido rádio? Não tem lido jor­nais? Há uma crise muito séria e a situação internacional é pe­rigosíssima!”
Diante disso, o pai pensou:
- “Meu filho estuda na uni­versidade! Ouve rádio e lê jor­nais… portanto, deve saber o que está dizendo!”

Então, reduziu os pedidos de pão e salsichas, tirou o cartaz da beira da estrada, e não fi­cou por ali apregoando os seus cachorros-quentes. As vendas caíram do dia para a noite e ele disse ao filho:

- “Você tinha razão, meu fi­lho, a crise é muito séria!”

Veja com essa pequena his­tória como muitas pessoas não vão para frente porque limi­tam-se diante das palavras ne­gativas que ouvem.
Se aquele homem não ligas­se para o que seu filho disses­se, ele nem notaria que a crise houvesse chegado, pelo contra­rio, estaria crescendo cada dia mais.
Esse é o problema de muitas pessoas, deixam com que pala­vras negativas as desmotivem, a façam parar.

Diante das lutas, permaneça, continue, não desista. Não jo­gue a sua oportunidade fora.

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DESEJAR O SUCESSO REQUER PERSISTÊNCIA!

Posted on 28 julho 2010 by cedric

Pare para pensar: quantas vezes você já começou uma tarefa e não deu continuidade a ela? Continue Lendo…

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EM QUE SALA VOCÊ PASSA MAIS TEMPO?

Posted on 28 julho 2010 by cedric

O que leva um casal que formalizou sua união através do casamento agirem como verdadeiras feras brigando por um território? Continue Lendo…

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